A falta de convicção dos jornalistas, a prostituição de suas experiências e de suas convicções pessoais só é compreensível como ponto culminante da reificação capitalista”

Georg Lukács

 

Não há um ‘jornalismo-árbitro’ que imparcialmente recolhe informação para chegar à verdade, senão agendas editoriais que em determinados momentos decidem trazer à luz fatos de corrupção, e mais ou menos abertamente, tomam partido por determinados interesses em disputa”

Silvio Waisbord