Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • A ombudsman da Folha de S.Paulo Suzana Singer critica a cobertura do seu jornal sobre os protestos contra o governo de Hosni Mubarak no Egito: http://bit.ly/hHpeDa
  • Professor Venício Lima reage à afirmação do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para quem, com a convergência midiática, não faz mais sentido impor regras à propriedade cruzada dos meios: http://bit.ly/hs98si
  • Cineasta Nelson Hoineff também vem à carga sobre o tema da regulação da mídia no país. Também no Observatório da Imprensa: http://bit.ly/dPsslK
  • Na Tunísia, é criado um observatório para se acompanhar o cumprimento da ética jornalística. Em inglês: http://bit.ly/gY4sM8
  • No Reino Unido, o veterano jornalista Simon Jenkins chama de “bagunça” o terreno da ética na profissão, sendo necessário fixar um novo mapa para a área. Em inglês: http://bit.ly/fyRnMG
  • Por falar nisso, a jornalista Maryn McKenna, da Wired, se pergunta: podemos aplicar a velha ética nas novas mídias? Em inglês: http://bit.ly/e9Fgbr
  • Cada vez mais, os Estados Unidos querem assistir à Al-Jazira, mas vigora por lá uma espécie de “telecensura”, informa o Le Monde. Em francês: http://bit.ly/hYiM7c
  • Elisabeth Witchel, do Comitê de Proteção aos Jornalistas, critica operação abafa-abafa de diplomatas durante o Simpósio Internacional sobre Liberdade de Imprensa, organizado pela Unesco em Paris. Em inglês: http://bit.ly/dUhZFJ
Advertisements