“Há uma singularidade no fato de que o jornalista é simultaneamente remunerado por um empregador privado mas está destinado a prestar um serviço público. Não tem a legitimidade derivada de um sufrágio mas tem a responsabilidade de atuar como agente da sociedade, com a qual possui uma espécie de contrato não formal”
Tereza Cruvinel, jornalista

“Jornalistas e juízes trabalham em atendimento ao público. Os juízes são servidores públicos por excelência. (…) Os jornalistas, por sua vez, trabalham, em grande parte, em empresas privadas. Mas, vale ressaltar, são empresas de fé pública. Os jornais informam o cidadão e, ao fazê-lo, prestam um serviço público”
Juliano Basile, jornalista