Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • A corte de Direitos Humanos de Estrasburgo negou recurso para que jornais passem a alertar pessoas públicas quando são publicadas informações sobre suas vidas particulares. A corte argumenta que defende a liberdade de imprensa em detrimento da privacidade. http://bit.ly/lvOrqq
  • Na onda do WikiLeaks, o Wall Street Journal lançou na semana passada um site próprio, genérico, para receber documentos sigilosos e denúncias. Em inglês: WSJ SafeHouse
  • Até mesmo os norte-americanos vêm se sendo ultimamente à al-Jazira, a emissora de notícias com sede no Qatar. A rede recebeu prêmio da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia (Nova York) pela cobertura dos recentes protestos no Oriente Médio. http://bit.ly/j78Msa
  • A ombudsman da Folha de S.Paulo Suzana Singer comenta a relação da mídia com a não divulgação pelo governo Obama das fotos que documentaram a morte de Osama Bin Laden. http://bit.ly/k9DhrY
  • Os britânicos estão de olho no Twitter. A Comissão de Queixas da Imprensa pretende baixar normas que regulamentem o uso do microblog pelos profissionais. O tema é polêmico. Em inglês: http://bit.ly/iPVRWu
  • Nos Estados Unidos, a Sociedade Americana de Editores (ASNE) lançou documento com dez boas práticas para jornalistas nas redes sociais. Em inglês: http://bit.ly/jmefnX
  • Conheça a Cyberfam, revista eletrônica do estágio curricular em Jornalismo Online da PUC-RS. O projeto é coordenado pelos professores Marcelo Träsel, André Pase e Andréia Mallmann: http://cyberfam.jor.br
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