Após o recesso escolar, o Radar objETHOS também volta à ativa. Como sempre, aí estão as paradas obrigatórias da semana para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • O maior grupo de mídia do Brasil – as Organizações Globo – anunciou seus princípios editoriais. Vale conhecer: http://glo.bo/ok3eQf
  • O professor Venício A. de Lima analisa o documento da Globo e chama a atenção para o fator credibilidade na conjuntura midiática atual: http://bit.ly/p9SOca
  • Segundo o crítico de mídia Alberto Dines, com o anúncio de suas diretrizes, a Globo se abre ao diálogo: http://bit.ly/mPtbIn
  • Para Carlos Castilho, que já atuou nas entranhas da Rede Globo, o mais importante do documento alardeado foi o não dito: http://bit.ly/rhCcMn
  • Jose Luis Orihuela enumera cinco razões de como o Twitter ajuda a melhorar o jornalismo. Em espanhol: http://bit.ly/mYn88C
  • Por causa dos distúrbios em Londres e outras cidades, o governo britânico cogita censurar as redes sociais. Alfred Hermida escreve sobre pânico moral e redes sociais na terra da Rainha. Em inglês: http://bit.ly/oPXBss
  • Por falar na Inglaterra, há o escândalo dos grampos telefônicos. Como a News Corporation tem sede na Austrália, o Conselho de Imprensa do país da Oceania quer melhorar os padrões éticos do jornalismo por lá: http://bit.ly/om6uPJ
  • No Texas, o especialista em ética digital Edward Wasserman conduz o seminário web promovido pelo Knight Center for Journalism in the Americas. Inscrições podem ser feitas pela internet: http://bit.ly/r6wxkX