Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • Carlos Castilho faz uma revisão de suas ideias sobre o gatekeeper. Ao contrário do que já defendera, a função não acabou; apenas mudou de dono. No Código Aberto: http://bit.ly/nGU3C4
  • Emmanuelle Anizon, da revista francesa Télérama, lista dez dilemas para jornalistas que cobrem o poder. Em francês: http://bit.ly/oOjfEc
  • Conheça 20 estatísticas que demonstram (mais uma vez!) o poder das redes sociais. Em espanhol: http://bit.ly/oG0Uaq
  • No Barein, a justiça condenou um jornalista premiado do Al Wasat por ter publicado “notícias falsas”. Será uma repressão à primavera árabe? Em espanhol: http://bit.ly/nQb7Ui
  • Assista a um curto vídeo que ressalta a importância das infografias e da visualização dos dados no jornalismo atual. Em inglês: http://bit.ly/om511H
  • Sabe aquela dúvida: cientistas devem ler as matérias antes da publicação, para evitar erros? Pois é, António Granado pinça dois artigos no The Guardian que retomam esta discussão. Em inglês: http://bit.ly/pY0HFZ
  • Alguém falou demais no New York Times, já que o editor de ética do jornal, Phil Corbett, mandou comunicado à redação relembrando regras aos jornalistas que participam de conferências e falas públicas. Em espanhol e em inglês: http://bit.ly/qzXUwR
  • Edward Wasserman faz um relato crítico da conferência anual da Online News Association, a principal organização de jornalistas do meio digital, que aconteceu em Boston recentemente. Para ele, a revolução está amarrada. Em inglês: http://bit.ly/nceUqD
  • Katherine Travers, do Editorsweblog, comenta os movimentos do jornal mais influente do mundo, o New York Times, para aperfeiçoar suas políticas de transparência. Em inglês: http://bit.ly/ppUP76
Advertisements