Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • O International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ) tornou pública parte da base de dados que resultou na investigação Panamá Papers. Cerca de 200 mil documentos podem ser consultados: bit.ly/1s3ygMY.
  • No Reino Unido, um em cada quatro jornalistas justifica publicar informações sem verificá-las. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Reuters e entrevistou 700 profissionais. Leia mais: bit.ly/1siDSDM.
  • O ativista Edward Snowden conversou com Emily Bell sobre jornalismo e mídia. A entrevista é um trecho de “Journalism after Snowden: the future of the Free Press in the Surveillance State”, livro a ser lançado ainda neste ano: bit.ly/1WmMHbx.
  • The Guardian obteve acesso a diretrizes internas do Facebook. Semelhantes aos manuais de redação, os documentos sugerem que a seleção de notícias na rede é controlada não somente por algoritmos, mas também por editores: bit.ly/1OpQixN.
  • Um guia com mais de 700 artigos sobre gênero, sexualidade, raça e etnia foi lançado pelo Centro de Integração e Melhoria de Jornalismo. O manual aborda diferentes maneiras para escrever com responsabilidade sobre os temas: bit.ly/1rEIL9K.
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