Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • O Governo do Reino Unido lançou um documento para orientar funcionários públicos que exploram a ciência de dados. Princípios como percepção pública, transparência e impactos na privacidade fazem parte do Data Science Ethical Framework. Acesse o guia: bit.ly/1XTR1il
  • A ONG Think Olga disponibilizou um “minimanual do jornalismo humanizado”. Na primeira parte do documento, são abordadas dicas para cobrir temas relacionados à violência contra a mulher: bit.ly/1sphwjL
  • Uma reportagem do jornal russo Novaya Gazeta expôs grupos privados de adolescentes suicidas na rede social VKontakte. Leitores criticaram a conduta ética da investigação e acusaram o veículo de criar uma atmosfera de pânico exagerada: bit.ly/1U0OmBT
  • Martin Fackler chama a atenção sobre o silenciamento da liberdade de imprensa no Japão. Os problemas têm origem na relação conflituosa entre os jornais e o primeiro-ministro Shinzo Abe: atfp.co/1sFt02o
  • Quais valores moldarão as notícias de amanhã? Editores da BBC, Guardian e NowThis discutem a importância da credibilidade na era digital: bit.ly/1t4RkvB
  • A vigilância em massa de governos afeta a relação entre jornalistas e fontes? Os doze profissionais entrevistados na pesquisa de Paul Lashmar afirmam que estão conscientes do possível monitoramento de suas atividades por agências de inteligência: bit.ly/1O30iTc
  • Como oferecer informação de qualidade sobre pessoas em situação de pobreza? A European Anti Poverty Network da Espanha criou um manual para jornalistas que trabalham com inclusão social, desemprego e grupos vulneráveis: bit.ly/1P8GNDM
  • As relações de confiança entre jornalistas e leitores nas mídias sociais foi tema de estudo da American Press Institute, em parceria com a Associated Press. A pesquisa conclui que usuários de redes sociais estão céticos quanto à veracidade das notícias que consomem: bit.ly/1Uf5mQC
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