Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • Após a demissão da repórter que denunciou o cantor Biel por assédio sexual, a editora que assinou a matéria também foi desligada do Portal iG. Para discutir esses casos, profissionais lançaram a campanha Jornalistas contra o Assédio, buscando compartilhar histórias que envolvem fontes e colegas de trabalho. Leia mais sobre o movimento: bit.ly/298AQtT.
  • Um editorial de O Globo criticou o protesto de policiais cariocas que reivindicavam o pagamento de salários atrasados. The Intercept questionou o texto do jornal e publicou uma matéria sobre os interesses particulares do veículo por trás dessa postura: bit.ly/29923MT.
  • A pesquisadora Márcia Veiga discute o papel pedagógico da mídia e a necessidade de um jornalismo engajado em questões feministas. Leia a entrevista concedida ao coletivo Maruim: bit.ly/298xN7f.
  • Na semana passada, aconteceu o 11º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, organizado pela Abraji. Panama Papers, direitos humanos e as recentes coberturas políticas sobre a operação Lava Jato foram temas de discussão do evento. Para ler um resumo dos debates, acesse a cobertura oficial: bit.ly/29bl96z.
  • “Você não deve presumir que há privacidade na rede”, alerta Pierre Lévy. Em entrevista, o filósofo francês também defende uma “alfabetização digital” que nos ensine a selecionar fontes de informação confiáveis: bit.ly/29cTdRu.
  • A organização Repórter Brasil preparou um guia para orientar jornalistas que cobrem trabalho escravo. Há recomendação de fontes, dados atualizados e aspectos da legislação sobre o tema: bit.ly/293WvkP.
  • O Facebook divulgou no último dia 29 um documento chamado “News Feed Values”, onde explicita alguns dos princípios que organizam a timeline dos usuários. Divulgar histórias de amigos é a prioridade da rede. Em segundo lugar, estão as informações – mas aquelas ligadas ao interesse pessoal de cada perfil. Acompanhe a análise publicada no Poynter: bit.ly/294DfnU.
Advertisements