Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

  • O ex-bancário Chris Arnade é agora um fotógrafo que retrata situações de pobreza e miséria. Suas fotos, no entanto, estão sendo alvo de críticas por jornalistas profissionais devido à relação que Arnade mantém com os fotografados – por exemplo, dar dinheiro para que eles comprem drogas. Leia mais: bit.ly/29nmud0.
  • Jornalistas de mídia local e regional podem consultar o Manual para a Cobertura das Eleições Municipais, produzido pelo Projeto Grande Pequena Imprensa. O documento reúne sugestões de pautas, dicas de ferramentas e informações sobre leis e cargos políticos. Acesse: bit.ly/29C54DZ.
  • Na semana passada, Diamond Reynolds transmitiu ao vivo, no Facebook, seu noivo depois de ter sido baleado pela polícia em Minneapolis. Philando Castile acabou falecendo e o vídeo de Reynolds ultrapassou 5 milhões de visualizações. Para Marco Nurra, trata-se de um marco para o jornalismo cidadão: bit.ly/29LCMei.
  • Erros em reportagens e trabalhos acadêmicos são alguns dos impactos que os verbetes falsos da Wikipédia podem causar. Cláudio Rabin assina uma matéria sobre a descentralização das informações na era da internet: bit.ly/29HoAAG.
  • A Rede de Jornalistas Internacionais sugere dicas de segurança para a proteção de fontes em reportagens investigativas: bit.ly/29iq96d.
  • Dois professores da Universidade de Aberdeen lançaram um guia ético para pesquisadores que trabalham com redes sociais. O manual discute questões como anonimato e uso de dados públicos e privados: bit.ly/29HsCJh.
  • Red Ética Segura traz 7 argumentos para provar que assinaturas são o melhor modelo de negócio no jornalismo: bit.ly/29H4NRM.
  • Jornalistas afegãos aprovaram um novo código de ética centrado em seis valores: imparcialidade, accountability, equilíbrio, autenticidade, redução de risco e comportamento profissional no trabalho: bit.ly/29I1fji.