Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por jornalismo e ética:

impress@2xNo Reino Unido, um novo órgão regulador de mídia está competindo com o já conhecido IPSO (sigla em inglês para Organização Independente para Padrões da Imprensa). O IMPRESS lançou nessa semana o projeto do seu código de ética para consulta pública, durante o período de um mês. Além de regras clássicas do jornalismo, como precisão e respeito à privacidade, o documento também aponta outros aspectos: a transparência no conflito entre publishers, recomendações específicas para mídias sociais e o “interesse público” como um argumento moral que pode violar direitos. Atualmente, o IPSO regula em torno de 2500 publicações na imprensa britânica. Aos poucos, o IMPRESS está convencendo a migração de novas mídias para o seu código – por enquanto, mais de trinta já trocaram de órgão regulador. Leia mais na matéria do iMediaEthics e acesse o documento: bit.ly/2bu3gQ2

  • Hernán Restrepo analisa a recente decisão da NPR, rede de rádio pública norte-americana, que retirou a seção de comentários no seu site. Para Restrepo, a posição dos editores é sensata ao reconhecer que eles não têm uma equipe suficiente que possa moderar a conversa entre leitores e, assim, evitar um excesso de agressões e acusações falsas: bit.ly/2bOWTHG
  • Com base no livro “O Corpo é o Código”, da pesquisadora Mariana Valente, o Motherboard divulgou uma breve lista para caracterizar crimes de revenge porn. O texto pode auxiliar jornalistas que trabalham em coberturas de violência de gênero: bit.ly/2blIfIq
  • O VII Seminário de Proteção à Privacidade e aos Dados Pessoais foi realizado essa semana, em São Paulo. As mesas temáticas incluem Marco Civil, direito ao esquecimento, algoritmos, novas mídias e big data. Algumas das discussões já foram disponbilizadas em vídeo: bit.ly/2bDRy8I
  • Red Ética Segura traz cinco dicas para evitar conflitos éticos ao utilizar conteúdos postados em redes sociais. Verificação do material e diálogo com o autor do material são dois pontos fundamentais: bit.ly/2bEPniG
  • Como as agências latinas de fact-checking estão sobrevivendo? Poynter faz um sobrevoo pelas iniciativas espalhadas na América do Sul e cita as brasileiras Lupa – uma companhia privada fundada por Cristina Tardáguila – e Aos Fatos, mantida basicamente por campanhas de crowdfunding: bit.ly/2bFHWKJ
  • A ONG Witness promoveu o “Mutirão RIo 2016”, uma cobertura alternativa das Olimpíadas focada no trabalho de mídias independentes. Nas pautas trabalhadas pelos grupos estão os assassinatos em favelas durante os Jogos, a militarização da violência e a contaminação do meio ambiente: bit.ly/2bUaBZE