Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

logo-obicompO Observatório da Comunicação Pública (OBCOMP) completou seu primeiro ano de atividades. No editorial que comemora o aniversário, a professora e coordenadora do grupo Maria Helena Weber sublinha um caso recente de censura na Faculdade de Biblioteconomia e Comunicaçao da UFRGS: uma entrevista para a Rádio Universitária feita por alunos foi momentaneamente suspensa porque o entrevistado citou a palavra “golpe” para tratar do contexto político brasileiro: bit.ly/2cuUdj3

  • Terrorismo, retórica política e cobertura midiática são temas de uma nova série de textos produzidos pelo Tow Center for Digital Journalism e o Democracy Fund Voice. A primeira parte, assinada por Rafia Zakaria, investiga o contexto das eleições americanas em meio às declarações xenofóbicas de Donald Trump sobre os povos muçulmanos: bit.ly/2d3sKXQ
  • Jornalistas latino-americanos estão se reunindo em um coletivo para aprofundar a cobertura especializada em saúde. A iniciativa já conta com profissionais de Peru, Venezuela, Costa Rica, Colômbia e Bolívia: bit.ly/2cyIe39
  • A ONG Rio On Watch destacou o legado do “midiativismo de favela” nos jovens cidadãos que se engajaram em cobrir os Jogos Olímpicos de 2016: bit.ly/2d1Yn0M
  • Usuários tendem a permanecer menos de 15 segundos quando visitam um site. Dados como esse são discutidos em um post na Rede de Jornalistas Internacionais que trata sobre métricas no jornalismo. Leia mais: bit.ly/2cfedpB
  • As redações norte-americanas estão mais diversas, segundo uma pesquisa da American Society of News Editors. Resultados indicaram que 17% das equipes são compostas por pessoas não-brancas. Esses dados, contudo, ainda não refletem uma melhora na própria cobertura jornalística sobre representações sociais, conforme discute Carlett Spike: bit.ly/2cynCXg
  • Ativistas lançaram uma campanha para que o presidente Barack Obama perdoe Edward Snowden antes que deixe seu cargo na Casa Branca. O ex-analista da NSA está asilado na Rússia desde 2013, quando revelou um amplo esquema de espionagem do governo americano: bit.ly/2ci4RKx
  • A audiência está preocupada com os métodos de apuração dos jornalistas? Pesquisadoras da Universidade de Amsterdã destacaram que há diferenças de credibilidade para o público. Matérias geradas a partir de fontes como redes sociais e Google são menos credíveis do que as que contam com entrevistas ou testemunhos presenciais do jornalista: bit.ly/2cJAb5X
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