Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • A Abraji lançou duas notas chamando a atenção para recentes agressões contra jornalistas. Uma delas aconteceu ontem, em Navegantes (SC), quando o repórter Sandro Silva, do jornal Diarinho, foi atingido por uma bala de borracha disparada por um Policial Militar: bit.ly/2e1wU29. Já na quarta-feira, dois fotógrafos foram obrigados a apagar imagens registradas durante uma ação de estudantes secundaristas. O ato de censura, novamente, partiu da Polícia Militar: bit.ly/2e5rXm8
  • Ainda sobre o tema, na segunda-feira o fotógrafo Gabriel Rosa foi detido enquanto cobria um ato político em Florianópolis. Leia o seu depoimento, publicado no site Desacato, trazendo os detalhes da ação: bit.ly/2ebP26b
  • O uso de fontes anônimas está diminuindo em algumas redações. No New York Times, por exemplo, o pedido partiu dos próprios leitores do jornal; já no Times, normas internas foram recentemente instauradas para forçar a sua restrição. Pensando nesse contexto, Clases de Periodismo lança quatro dicas para um bom uso, quando inevitável, de fontes não-identificadas: bit.ly/2ajUhDH
  • Uma entrevista de Marina Walker, vice-diretora do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), revela quais foram as regras estabelecidas para que jornalistas participassem da investigação Panamá Papers: bit.ly/2dX2Q6M
  • A terceira edição do NFJ Café, podcast do Farol Jornalismo, traz uma entrevista com Gisele Reginato. O tema da conversa é a recente tese de doutorado defendida pela autora, que busca investigar quais são as finalidades do jornalismo percebida por veículos, leitores e jornalistas: bit.ly/2e1zw00
  • Jacob Kushner discute a “ética do desastre” em coberturas jornalísticas, tomando como exemplo a recente catástrofe no Haiti. O jornalista pode pedir doações aos seus leitores? Quais ações filantrópicas devem ser encorajadas? A abordagem das matérias costuma reduzir o tema apenas a desastres “naturais”, sem mencionar as ações humanas? Leia mais: bit.ly/2elPlQP
  • Desde que o Facebook substituiu os editores dos Trending Topics (disponível apenas nos Estados Unidos) por algoritmos e robôs, algumas notícias falsas vêm sendo emplacadas na seção, que compila assuntos do momento. O The Intersect realizou um estudo de maior fôlego e monitorou a rede durante 23 dias. Nos resultados, a pesquisa indica que, de fato, os algoritmos têm dificuldade em separar rumores de notícias – durante o período, cinco histórias chegaram aos Trending, enquanto que outras três eram imprecisas. foi encontrado um número alto de boatos: wapo.st/2dNzkRO
  • Formar uma boa rede de contatos é parte do trabalho jornalístico. Confira cinco dicas da jornalista Farahnaz Mohammed sobre como iniciar uma aproximação com fontes: bit.ly/2dnSCwi