Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:
  • Brasil e México aparecem pelo segundo ano consecutivo no Índice Global de Impunidade, organizado pelo Comitê para Proteção dos Jornalistas. O documento contabiliza e classifica assassinatos de jornalistas e a impunidade dos responsáveis pelo crime. Os dois países são os únicos da América Latina que aparecem no relatório: bit.ly/2fmObUO.
  • Cultura clickbait é aceitável no jornalismo? Títulos caça-cliques podem aumentar a visualização de matérias, mas também desinformam o leitor. Para Savannah Haas, os fins não justificam os meios: a credibilidade e reputação dos veículos ainda é mais importante do que as métricas. Leia mais: bit.ly/2eCZk2m.
  • “A política dos piratas: informação, culturais digitais e identidades políticas”, do pesquisador Rodrigo Saturnino, foi lançado gratuitamente pela coleção LabCom, da Universidade da Beira Interior (Portugal). O livro retrata a emergência dos Partidos Piratas e a sua entrada na esfera política. Faça o download: bit.ly/2eOj1Fb.
  • A jornalista Kasia Kovacs traz dicas para coberturas sobre racismo a partir do contexto norte-americano e chama a atenção para a importância de movimentos como o Black Lives Matter: bit.ly/2exShbK.
  • Um guia prático sobre a Lei de Acesso à Informação foi organizado pela ONG Artigo 19. O documento, disponível para download, pode complementar o trabalho de apuração de jornalistas. Acesse: bit.ly/2f88nJQ.
  • O professor James Hamilton lançou recentemente um novo livro que busca entender o jornalismo investigativo a partir de teorias da economia – o retorno do investimento, os gastos despendidos e o real impacto social que as reportagens provocam. A repórter Lindsay Green-Barber conversou com o pesquisador sobre a obra: bit.ly/2dOw35Y.
  • A consciência e a compaixão do jornalista: Lisa Elkhoury discute as dificuldades na cobertura de temas que envolvem o sofrimento de outras pessoas. A autora alerta para a “estetização da dor” – quando ela se torna apenas um espetáculo -, e argumenta que o jornalista deve passar de um observador a um ativista, no sentido de carregar a responsabilidade ética que o seu testemunho exige: bit.ly/2eOumoP.
  • Em fevereiro de 2015, a dúvida sobre a cor de um vestido – dourado e branco/azul e preto – tornou-se viral a partir de uma postagem com menos de 20 likes, inicialmente. Noosfera traduziu uma matéria publicada originalmente no site Fusion, que investiga como a mídia pode se apropriar da chamada “web solitária” – conteúdos inóspitos que incluem vídeos do Youtube com poucas visualizações e contas do Twitter sem seguidores, por exemplo: bit.ly/2eijHPs.