Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:
  • Thiago Rondon avalia o recente interesse sinalizado pelo governo federal na compra de tecnologias proprietárias da Microsoft. O texto, publicado no Nexo, discute as contribuições do movimento software livre no combate às desigualdades digitais: bit.ly/2ePe8e6.
  • Jornalistas de Chapecó lançaram uma carta pública manifestando preocupação com a cobertura local. O coletivo cita como exemplo o excesso de opinião e o constrangimento a fontes em matérias sobre ocupações de secundaristas: bit.ly/2eYz2W0.
  • O modelo paywall gerou crescimento nas assinaturas digitais dos jornais brasileiros. Nos 33 veículos monitorados pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação) em setembro de 2016, o número de assinantes aumentou 20% em relação à média do ano passado: bit.ly/2fUmB2e.
  • Vinte e dois anos após a criação do código de ética dos jornalistas de Gana pela GJA (Ghana Journalists Association), uma nova revisão será feita. A atualização foi realizada para destacar novos desafios do campo jornalístico como pluralismo, diversidade e a emergência de novas mídias: bit.ly/2eYRUUC.
  • Em entrevista ao site português Público, o sociólogo Dominique Wolton discute desafios que jornalistas enfrentam na internet e redes sociais: o excessivo volume de conteúdo, diferença entre informação e notícia e as responsabilidades éticas dos profissionais: bit.ly/2fCXkFT.
  • “O estado da vigilância no Brasil” é um relatório realizado pela ONG britânica Privacy International em colaboração com o reservatório Coding Rights e o projeto Privacy Latam: bit.ly/2fpYzYr.