Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • No The Intercept, Glenn Greenwald e Thiago Dezan criticam a recente edição do programa Roda Viva, na TV Cultura, com o presidente Michel Temer. Os jornalistas chamam a entrevista de “conversa fiada”: bit.ly/2fRW69Z. Em outro texto, Heloisa Machado sublinha o desmonte da EBC e o seu atual alinhamento a interesses privados: bit.ly/2fl6OEZ.
  • Elyssa Pachico sinaliza quatro lições para o jornalismo após a cobertura das eleições presidenciais dos Estados Unidos: bit.ly/2fI5Upv.
  • Tom Law, jornalista da Ethical Journalism Network, também arrisca algumas conclusões sobre o jornalismo após as eleições de Trump: devemos parar com nossa obsessão sobre pesquisas e trazer coberturas políticas que vão além de escândalos e personalidades: bit.ly/2fUHMjs.
  • 75% dos cidadãos europeus consideram que a mídia não é independente. Grécia e Espanha foram os países com maior índice de pessoas que apontaram pressões políticas ou comerciais nas informações de seus veículos. Leia mais resultados da pesquisa “Media pluralism and independence”: bit.ly/2eNinbO.
  • O site brasileiro Aos Fatos, junto com outras 20 plataformas de fact-checking, assinou uma carta aberta ao Facebook defendendo a adoção de critérios claros para identificar notícias falsas na rede social: bit.ly/2fII9L1.
  • Uma reportagem da BBC também destaca sites de notícias falsas, enfatizando a rentabilidade desse novo nicho de mercado. Conteúdos satíricos, por exemplo, tendem a ser amplamente compartilhados, atraindo anunciantes: bbc.in/2g3lWu6.
  • Adotar o uso de métricas e algoritmos na produção de notícias também implica dilemas éticos. Para Nicholas Diakopoulos, a falta de transparência é uma das principais questões a serem discutidas: bit.ly/2f524Wb.