Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • O experiente jornalista colombiano Javier Darío Restrepo discute quatro pontos para superar a crise nos modelos de negócio do jornalismo. Os tópicos incluem uma mudança na estrutura financeira dos meios, nos seus conteúdos, na relação com as audiências e a renovação de uma identidade profissional dos jornalistas: bit.ly/2fvDQow.
  • Três obras recentes estão disponíveis para download. Acesse “Jornalismo em Ambientes Multiplataformas”, organizado por Pedro Nunes (UFPB): bit.ly/2gjMkfQ. Baixe também o e-book “Economia Política do Jornalismo: tendências, perspectivas e desenvolvimento regional”, com organização de Jacqueline Dourado, Denise Lopes e Renan Marques (UFPI): bit.ly/2gpOVX0. Por fim, o jornalista Ricardo Gandour publicou um estudo que resultou de sua passagem como pesquisador visitante na Universidade de Columbia, em Nova York. Leia “Um Novo Ecossistema Informativo: como a fragmentação digital está moldando a forma pela qual produzimos e consumimos notícias”: bit.ly/2fbXCH2.
  • Do monitoramento em massa à proteção de privacidade: a dupla face dos algoritmos é tema de uma entrevista com Danilo Doneda, professor da Faculdade de Direito da UERJ, concedida durante o IV Simpósio Internacional Lavits (Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade), em Buenos Aires: bit.ly/2gl7hL3. Neste mesmo evento, confira também uma conversa com David Lyon, coordenador do Surveillance Studies Centre na Queen’s University (Canadá). Lyon destaca a onipresença da vigilância em diversos períodos históricos, mas chama a atenção para a urgência atual do tema devido à sua ampliação pelas novas tecnologias: bit.ly/2gEoWy3.
  • Dados atualizados sobre o perfil dos jornalistas portugueses indicam a concentração de profissionais na capital Lisboa, o “abandono precoce” da profissão – apenas 9% têm mais de 55 anos – e a dificuldade de inserção dos mais novos no mercado, totalizando 6,6% com idade inferior a 24. A pesquisa foi conduzida pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia, junto com o Sindicato dos Jornalistas e o Observatório da Comunicação. Leia mais: bit.ly/2glgToX.
  • O jornal Diário de Santa Maria, que circula no interior do Rio Grande do Sul, não pertence mais ao Grupo RBS. Nove empresários locais passam a controlar o veículo impresso a partir de 1º de fevereiro de 2017: bit.ly/2fsv6fy.
  • Desde que Donald Trump venceu as eleições nos Estados Unidos, diversas análises buscaram compreender o papel do jornalismo durante a cobertura política. No Poynter, o articulista Andrew Losowsky questiona o que mais a imprensa poderia ter feito, para além do fact-checking. A resposta que o autor sinaliza é uma mudança na cultura jornalística – mais escuta, diálogo e vínculo com leitores: bit.ly/2eK1RZV.
  • 3,9 milhões de interações com notícias falsas versus 2,7 milhões com reportagens verdadeiras. Os dados foram levantados pela equipe do Buzzfeed Brasil, que mapeou os números de compartilhamentos, reações e comentários em relação às coberturas – verdadeiras e falsas – sobre a operação Lava Jato: bzfd.it/2gkdsvn.
  • 80% dos jovens americanos não sabem a diferença entre um anúncio e uma notícia jornalística, segundo dados de um estudo realizado pela Universidade de Stanford. Estudantes de escolas em 12 estados participaram da pesquisa. Leia mais: stanford.io/2gkkfXe.
  • O centro de pesquisa InternetLab lançou uma plataforma para monitorar processos judiciais que podem bloquear paginas da web e aplicativos: bit.ly/2gknRH4.