Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • O modelo de negócios do jornal online Nexo pode dar certo? A análise é feita por Sérgio Spagnuolo, editor da agência de jornalismo de dados Volt Data Lab. Na semana passada, Nexo completou seu primeiro ano. O site, até então, se mantém por assinaturas individuais. Leia mais: bit.ly/2h1T6LE.
  • A Justiça de São Paulo quebrou o sigilo telefônico da jornalisa Andreza Matais para identificar a fonte de uma reportagem. A decisão aconteceu essa semana e se refere a uma série de matérias publicadas em 2012, no jornal Folha de S. Paulo, sobre um possível esquema de lavagem de dinheiro do ex-vice presidente do Banco do Brasil Allan Toledo. Entidades como a Associação Brasileira de Jornalismo Investigavo e a Ordem dos Adovgados do Brasil repudiaram a ação da Justiça, por atentar contra uma garantia constitucional dos jornalistas – o sigilo da fonte: bit.ly/2fK32ta.
  • A ONG Coding Rights lançou o projeto ChupaDados, que reúne histórias latino-americanas “sobre a coleta e o processamento massivo de dados por governos, empresas e por nós mesmos para monitorar cidades, casas, bolsos e corpos”. No site, é possível encontrar textos críticos a conceitos como Big Data, Smart Cities e Internet das Coisas, questionando como essas tecnologias funcionam e a serviço de quais interesses: bit.ly/2fO8Ots.
  • Radar objETHOS recomenda dois livros disponíveis online para pesquisadores em comunicação e jornalismo. Baixe “Monitoramento e Pesquisas em Mídias Sociais: metodologias, aplicações e inovações” (IBPAD – Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados), organizado por Tarcízio Silva e Max Stabile: bit.ly/2gPANWY. Acesse também “Comunicação e Liberdade de Expressão: atualidades” (ECA/USP), organizado por Cristina Costa: bit.ly/2g2ilcs.
  • O jornal francês Le Monde se uniu à equipe de fact-checking Les Décodeurs para construir uma base de dados sobre hoaxes (boatos e rumores que circulam pela internet). A ideia é automatizar, em alguma medida, a identificação de notícias falsas, e lançá-la futuramente aos leitores do veículo: bit.ly/2fL5kUy.
  • Um relatório organizado pelo grupo de mídia norueguês Schibsted lança previsões para 2017 a partir de três tópicos: pessoas, tecnologia e negócios. O texto aborda questões que vão dos hábitos de consumo em mídias até o uso de inteligência artificial. Confira: bit.ly/2guqBFd.
  • “O ano de 2016 termina com o país na mesma: não há nenhuma garantia legal sobre o uso de informações dos cidadãos”. Tatiana Dias escreve sobre a situação do Brasil no mapa de proteção de dados pessoais no mundo: bit.ly/2h28ojC.
  • Dados compilados pelo Index on Censorship indicam que 2016 foi um dos anos mais violentos para jornalistas europeus. O estudo verificou 406 atos de violência – de ameaças a ataques físicos. Leia mais na matéria do The Guardian: bit.ly/2gxT9hv.
  • A fotojornalista Lisette Poole foi entrevistada pelo Columbia Journalism Review sobre a cobertura fotográfica em Cuba e o combate aos estereótipos que representam o país: bit.ly/2ggoEcv.
Advertisements