Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • O número de jornalistas presos em 2016 aumentou 6% em relação ao ano passado. Os dados são do relatório anual da organização Repórteres Sem Fronteiras, que identificou 348 prisões: bit.ly/2hBf596. Knight Center também destaca o crescimento nas detenções de jornalistas da América Latina, citando o recente balanço do Comitê para a Proteção de Jornalistas: bit.ly/2hKpPFx.
  • A ONG InternetLab promove o curso “Para contar as histórias do futuro: jornalismo e política de Internet”, entre 2 e 14 de abril de 2017. A participação é gratuita e as inscrições vão até 16 de janeiro. Dentre os eixos temáticos abordados no evento, estão o jornalismo de dados, segurança digital, vazamentos, fact-checking e big data. Para mais informações: bit.ly/2hymiJY.
  • Em entrevista, a jornalista e pesquisadora Christa Berger aborda as consequências a partir da possível extinção da TVE e FM Cultura, emissoras de televisão e rádio do Rio Grande do Sul que compõem a Fundação Piratini. Ambas podem ser desligadas pelo governador José Ivo Sartori como parte de um “pacote de medidas” para combater a crise financeira: bit.ly/2hp6MzO.
  • Pelo menos 88 ações judiciais foram movidas por políticos para recolher jornais locais, informa a plataforma CTRL+X, projeto da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). A maioria dos pedidos partiu de candidados paranaenses e paulistas: bit.ly/2gO6K5g.
  • As integrantes do coletivo Dibradoras repudiaram uma manchete do jornal Manaus Hoje, que estampou “meninas dão de quatro” após a vitória da seleção feminina de futebol sobre a Rússia, por 4 a 0. Em entrevista a um site esportivo, o editor-executivo do veículo admitiu que “passou do ponto” e reconheceu o erro: bit.ly/2h4XTYV.
  • Confira um trecho do livro O Complexo de Assassinato: Dentro do Programa de Guerra Secreto de Drones, escrito pelo jornalista Jeremy Scahill com a equipe do The Intercept. Edward Snowden assina o prefácio postado no site, e afirma: “o poder sem limites pode ser muitas coisas, mas não é um traço americano. É nesse sentido que o whistleblowing se torna cada vez mais um ato de resistência política”: bit.ly/2hEcONS.
  • Roy Greenslade avalia a recente cobertura britânica sobre abuso sexual infantil no futebol, questionando a atuação dos jornalistas e a dimensão sensacionalista nas abordagens: bit.ly/2hpjCxL.
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