Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • O jornalista Mário Magalhães critica a falta de confronto entre o presidente Michel Temer e o jornalismo brasileiro, sinalizando que este “sabe ser crítico”, “mas se habituou a ser seletivo”: bit.ly/2iGvHRl.
  • A perseguição aos whistleblowers, como Edward Snowden, e a falta de transparência no controle da informação são alguns dos principais legados do governo Obama, critica Philip Eil, a despeito do recente perdão concedido à militar Chelsea Manning: bit.ly/2jRgSbB.
  • Um estudo conduzido pelo Instituto Universitário de Lisboa avaliou o exercício profissional de 1600 jornalistas portugueses em 2016. Os resultados indicam que a maior parte dos trabalhadores se considera autônomo em relação a pressões externas, como poderes políticos ou pressão de fontes, mas com pouca autonomia no que diz respeito a pressões internas, como decisões editoriais e administrativas: bit.ly/2iGx7eE.
  • Na Austrália, dois jornais – The Daily Mail e News.co.au – foram acusados de sensacionalismo ao cobrirem um caso de violência cometido por Evie Amati. Os veículos trouxeram detalhes pessoais de Amati, uma mulher transexual, e incluíram seu nome de nascimento e fotos antes de sua transição. iMediaEthics aborda o caso e discute cuidados éticos no tratamento de grupos vulneráveis: bit.ly/2k7RxgS.
  • A pesquisa “Favelas na Mídia” retrata a cobertura de veículos internacionais sobre comunidades do Rio de Janeiro durante os anos que antecederam as Olimpíadas, de 2008 até 2016. Acesse os principais resultados: bit.ly/2ixPX7n.
  • O site Citizen News foi lançado no começo do ano por um grupo de jornalistas preocupados com a liberdade de imprensa em Hong Kong. O objetivo é fornecer informações independentes e equilibradas, cobrindo temas que não aparecem com frequência nas principais mídias do país, como questões de direitos humanos e a concentração de renda das elites políticas locais: bit.ly/2iAKdIH.
  • Um relatório da organização Freedom House classificou a internet no Brasil como “parcialmente livre”. Algumas das causas seriam o bloqueio do aplicativo Whatsapp e a imposição de limite de dados por parte dos provedores brasileiros: bit.ly/2k7Y9M5.
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