Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:
  • Um novo estudo conduzido por dois economistas desmistifica o alto impacto que a circulação de notícias falsas teriam na vitória de Donald Trump. A pesquisa conclui que poucas pessoas acreditaram nessas versões e que as mídias sociais, embora exerçam forte domínio no consumo de informações políticas, ainda perdem para a televisão por uma diferença considerável: bit.ly/2jaMlV4.
  • A cobertura de um tiroteio em uma escola mexicana gerou debate sobre a divulgação de imagens violentas na mídia, especialmente quando há menores de idade envolvidos. O Ministério do Interior do México chegou a pedir que os meios de comunicação não divulgassem materiais do ataque – o jornal El Universal, por exemplo, chegou a publicar um vídeo com imagens dos tiros. El País postou o mesmo material, em uma versão editada, escondendo o rosto das crianças e do agressor. Leia duas críticas que analisam o papel ético do jornalismo nesse caso: bit.ly/2k2ibHD e bit.ly/2k7P1WQ.
  • Racismo, defesa da ditadura militar e ataque à cultura indígena: no The Intercept, João Filho menciona três casos polêmicos protagonizados por jornalistas. Para o autor, os exemplos ilustram uma tendência reacionária da imprensa corporativa brasileira: bit.ly/2jP0I5g.
  • “O tempo se converte em um problema ético quando se prefere o rápido ao correto”. A declaração é de Javier Darío Restrepo, diretor do Consultório Ético, em uma entrevista sobre os dilemas do jornalismo digital. Leia: bit.ly/2joQoxi.
  • Colocar-se no lugar do outro: a jornalista argentina Norma Loto escreve sobre cuidados éticos em temas que envolvem jornalismo e violência de gênero. huff.to/2jvcTmM.
  • No Peru, a criação da Autoridade Nacional de Transparência e Acesso à Informação Pública foi criticada por especialistas. Parte da proposta original apresentada por profissionais não foi aprovada pelo governo: bit.ly/2k9uBgM.
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