Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • Aprovada pelo Senado na terça-feira (07), a Medida Provisória 744/16 altera a estrutura da EBC ao extinguir o Conselho Curador e o mandato do diretor-presidente. Confira os principais pontos negativos da MP elencados no Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação: bit.ly/2k6Sbvs.
  • Mayara Paixão escreve para o jornal Brasil de Fato sobre os riscos do PL das Teles, que tramita no Senado Federal e pode alterar a Lei Geral de Telecomunicações brasileiras. Uma das diretrizes estabelece que empresas de telefonia saiam do regime público para o privado, o que fragiliza a universalização do acesso à internet: bit.ly/2kSi6Xa.
  • Red Ética Segura destaca quatro campos para pensar o futuro da ética jornalística: relação com audiências, fontes de financiamento, compromisso com a verdade e o papel do jornalismo. O texto é um relato da Mesa Internacional sobre Ética Periodística, evento realizado em 23 de novembro na Universidad Icesi de Cali, na Colômbia: bit.ly/2luIx2E.
  • O jornalista Pedro Burgos criou um observatório que coleta estatísticas sobre as notícias mais compartilhadas no Facebook em determinados períodos. Acesse: bit.ly/2k75NXD.
  • Fontes oficiais que mentem devem ser consultadas novamente? É necessário mudar alguma prática jornalística quando se tem um presidente hostil à imprensa? Declarações falsas podem ser chamadas de mentiras pelo jornalismo? O Center for Journalism Ethics consultou diversos especialistas em ética jornalística para responder a essas perguntas. Confira: bit.ly/2kLPDQg.
  • Editores da Wikipedia baniram o jornal britânico Daily Mail de sua lista de fontes confiáveis para artigos. Os motivos seriam o sensacionalismo e a baixa credibilidade do veículo: bit.ly/2k70U0v.
  • O Facebook pode ser processado por transmitir pessoas cometendo suicídio? Shontavia Johnson, professora de Direito, discute quais adaptações jurídicas são possíveis nesses casos: bit.ly/2lnS5jm.
  • Aly Colón, professor de Ética Jornalística da Washington and Lee University, traz sugestões para reforçar a responsabilidade de quem publica notícias em mídias sociais. Para Colón, se hoje todos podem ser gatekeepers da informação, é necessário também estimular uma educação ética para que não se dissemine conteúdos falsos: bit.ly/2k7GvUf.
  • Mentiras devem virar notícia para serem desmentidas, afirma Pablo Ortellado, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital. Confirma a entrevista concedida ao Estadão: bit.ly/2jPG7P3.
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