Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • Hoje é o último dia para você se inscrever no seminário online “Antídotos éticos contra las noticias falsas”, ministrado por Hernán Restrepo, editor de conteúdo do site Red Ética Segura. O colombiano também lidera um grupo no Facebook voltado a jornalistas para a troca de informações sobre notícias e boatos: bit.ly/2ljQKdq.
  • Um novo código ético foi lançado recentemente no Paquistão, após dois anos de discussões envolvendo 1500 jornalistas. Seis elementos-chave fazem parte do documento: verdade; pluralidade; independência e imparcialidade; privacidade; accountability; humanidade. Este é o primeiro código unificado do país para jornalistas – até então, profissionais paquistaneses seguiam documentos internos, de associações ou conselhos de imprensa: bit.ly/2lorQ8Q.
  • A Abraji oferece um treinamento online sobre como investigar patrimônio de políticos e agentes públicos. O curso inicia em 3 de abril e tem duração de até duas semanas, com vagas limitadas. Para se inscrever, acesse: bit.ly/2mJYLpg.
  • Acontece em outubro uma conferência em Londres sobre ética no jornalismo esportivo, promovido pelo Institute of Communication Ethics. Resumos de até 200 palavras podem ser enviados, contemplando eixos como cobertura de diversidades, questões de representação no esporte e códigos éticos para o jornalismo esportivo. Mais informações: bit.ly/2mfRLCE.
  • Leia o relatório “A melhor defesa: ameaças à segurança dos jornalistas exigem uma nova abordagem” (em inglês), do Comitê para a Proteção dos Jornalistas. Com o crescimento da violência contra jornalistas, o texto traz recomendações para diminuir os riscos de uma profissão cada vez mais perigosa. Leia mais na matéria do Centro Knight: bit.ly/2myvPnf.
  • Ainda que limitado, o jornalismo-robô tende a crescer cada vez mais. A aposta é do professor Neil Thurman, que escreveu um artigo sobre o tema a partir de entrevistas com dez profissionais da comunicação, entre jornalistas, editores e executivos: bit.ly/2mywJ37.
  • “Nós estamos vivendo praticamente na era de ouro dos vazamentos”, afirma o repórter Jeff Larson, da ProPublica. Atentos ao fluxo de dados confidenciais, jornais como Washington Post e New York Times inauguram seções que permitem o envio de mensagens criptografadas e de arquivos anônimos: n.pr/2mlEwRV.
  • Mais de 2 milhões de áudios foram expostos em uma base de dados online, gravados por ursos de pelúcia vendidos na empresa Spiral Toys. Conectados à internet, os brinquedos permitiam que pais e filhos trocassem mensagens. A polêmica reacende o debate sobre os limites éticos da internet das coisas: bit.ly/2lNsXBm.
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