Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • Wikileaks divulgou documentos na terça-feira (7) que comprovam gravações de áudios da CIA através de Smart TVs e celulares. No The Conversation, pesquisadores em ciências da computação e cibersegurança escrevem sobre o caso e questionam: quais níveis de risco estamos dispostos a correr quando usamos produtos conectados à internet? Leia: bit.ly/2mJgyzN
  • O livro “Mídia, Misoginia e Golpe” reúne 52 entrevistas com pesquisadores brasileiros sobre o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A organização da obra foi feita pelo Laboratório de Políticas de Comunicação (UnB), em parceria com o grupo de trabalho Políticas e Estratégias de Comunicação (Intercom). Baixe: bit.ly/2m4XN6p
  • Abraji destaca três iniciativas em jornalismo protagonizadas por mulheres: AzMina, Catarinas e Nós, Mulheres da Periferia. Os projetos têm em comum o seu modelo de financiamento e as críticas à cobertura tradicional da mídia: bit.ly/2mnScc1
  • Foi inaugurada nesta semana a versão brasileira do site Privacidade Para Jornalistas, projeto originalmente concebido na Austrália. A ideia é proteger repórteres e alertá-los sobre perigos que cercam os meios digitais, como vigilância e coleta de metadados: bit.ly/2m4DHrT
  • Paralelo Jornalismo é a nova iniciativa de jornalismo independente em Joinville (SC), fundada por duas repórteres do extinto jornal Notícias do Dia/Joinville: bit.ly/2m4hQAX
  • George Ogola, professor de jornalismo da University of Cental Lancashire, traz um panorama sobre a mídia no continente africano, das relações estreitas entre imprensa e poderes políticos às mais recentes iniciativas de fact-checking na luta contra a desinformação: bit.ly/2mUsKuC.
  • Chamar as fake news de propaganda é o primeiro passo para um tratamento jornalístico adequado ao tema, escreve Benjamin van Loon, no Center for Digital Ethics & Policy. Para o pesquisador, culpar as mídias sociais pela disseminação desse conteúdo também nos faz perder de vista o seu componente humano – há quem as produza e há quem as leia: bit.ly/2njqoVK
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