Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • Renato Rovai, editor da revista Fórum, classificou como um “show de mau jornalismo” a entrevista de Fábio Pannunzio (Rádio Bandeirantes) com o vereador Fernando Holiday (DEM), acusado de ter recebido caixa 2 em sua campanha. Para Rovai, Pannunzio tentou intimidar seu entrevistado quando começou a gritar com Holiday, ao vivo, e exigiu que ele dissesse o que o jornalista gostaria de ouvir: bit.ly/2nKdzDV
  • Abraji e Transparência Brasil lançaram o site Achados e Pedidos, que permite ao usuário cadastrado obter dados via Lei de Acesso à Informação: bit.ly/2muoSz1
  • Conheça o projeto Siga os Números, que auxilia repórteres na aplicação de dados em matérias sobre finanças. Organizado pela jornalista Mariana Segala, o manual discute a visualização de pautas em dados, aspectos teóricos sobre jornalismo econômico e questões éticas referentes a estatísticas e Jornalismo de Dados: bit.ly/2nGqJ4S
  • Um caso de plágio aconteceu recentemente com o veículo IGN Brasil, portal voltado à cobertura de games. O editor Marcus Oliveira copiou a resenha de um jogo em um canal no YouTube, publicando posteriormente no site como uma matéria sua. Pedro Zambon, professor e jornalista, traz uma análise sobre a dimensão ética do erro e questiona aspectos como a responsabilidade do veículo, a gravidade do plágio e a necessidade de autocrítica no campo do jornalismo de games: bit.ly/2nt74t3
  • O IV Seminário de Pesquisa em Jornalismo Investigativo recebe resumos de trabalhos até o dia 30 de abril. O evento é parte da programação que integra o 12º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, organizado pela Abraji. Dentre os eixos temáticos, estão segurança do trabalho, Lei de Acesso à Informação, teoria e prática do jornalismo investigativo, Reportagem Assistida por Computador (RAC) e Jornalismo Guiado por Dados (JGD): bit.ly/2nGh1zE
  • A campanha #ETTMINUTT (#UMMINUTO) foi lançada na Noruega e questiona cidadãos sobre a importância da pluralidade e independência das mídias. O material coletado será utilizado em escolas para discutir liberdade de imprensa e o papel do jornalismo em sociedades democráticas: bit.ly/2mYrpGk
  • Quais são os novos formatos editoriais que organizações jornalísticas estão utilizando para distribuir notícias? O último relatório do Instituto Reuters discute estratégias de inovação em redações dos Estados Unidos, Finlândia, Espanha, Turquia, Reino Unido e Filipinas. Acesse: bit.ly/2mIBzYw
  • Melhorar a relação com as audiências, inovar no modo de contar histórias e reforçar a imparcialidade são três passos para combater a desinformação. As sugestões vieram de editores e jornalistas que participaram do evento “Post truth and alternative facts”, em Londres: bit.ly/2n1tC3m
  • Thomas Kent, presidente da companhia Radio Free Europe/Radio Liberty, em Praga, sustenta que é possível ser objetivo no jornalismo e, ao mesmo tempo, defender determinados valores morais: bit.ly/2n49LQQ
  • Criado por pesquisadores da USP, Unisinos e UERJ, o blog Agência de Notícias divulga conteúdos científicos sobre o tema, de bibliografias a notícias, opiniões e análises. Acesse: bit.ly/2ntZFH1
  • Charlie Beckett aposta que o fenômeno das notícias falsas é a melhor coisa que aconteceu ao jornalismo em décadas. Para o professor da London School of Economics, essa é a oportunidade de mostrar ao público valores vitais de uma boa prática jornalística, como a ética: bit.ly/2mzBc4g
  • Se você perdeu o seminário sobre “antídotos éticos contra notícias falsas”, organizado pela Red Ética Segura, pode acessá-lo online. A atividade foi realizada pelo jornalista colombiano Hernán Restrepo: bit.ly/2mudsLG
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