Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– O impacto das mídias sociais no jornalismo americano é maior do que a transição dos jornais impressos para o meio digital. A afirmação é de Emily Bell e Taylor Owen, que discutem as interferências de companhias tecnológicas no Vale do Silício. O texto faz parte de uma nova pesquisa do Tow Center for Digital Journalism: bit.ly/2o7TUB0

– Pesquisadores interessados em jornalismo e comunicação podem baixar três e-books disponibilizados nesta semana. “A reinvenção do The New York Times” conta a história do jornal norte-americano, com ênfase nas suas transformações digitais: bit.ly/2oFWorU. Leia também “Operações de midiatização: das máscaras da convergência às críticas ao tecnodeterminismo”, organizado por Bernard Miège, Jairo Ferreira, Antônio Fausto Neto e Maria Clara Aquino Bittencourt. O livro é resultado de um seminário realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Unisinos: bit.ly/2nQfx6f. Baixe, ainda, “Jornalismo móvel: linguagem, géneros e modelos de negócio”, nova publicação do LabCom (Universidade da Beira Interior, Portugal), com organização de João Canavilhas e Catarina Rodrigues: bit.ly/2nQn0T1

– Quem lê pesquisas feitas sobre jornalismo? A provocação é feita pela professora Nikki Usher, que apresenta ainda quatro pontos para pensar uma maior aproximação entre acadêmicos e jornalistas: bit.ly/2niHaZp

– Conheça a história da primeira jornalista profissional do Brasil, Narcisa Amália de Campos, de São João da Barra (RJ). Em 1884, Narcisa fundou o jornal Gazetinha, a “folha dedicada ao belo sexo”: bit.ly/2o7Wdnr

– Para ajudar estudantes, Agência Pública traduziu um plano de aula que auxilia na verificação de notícias. O material foi originalmente produzido pelo Instituto Poynter com o intuito de reconhecer informações falsas e evitar sua disseminação: bit.ly/2oOO5qw

– Leia um resumo das discussões realizadas durante o fórum “O papel da mídia brasileira na era da pós-verdade”, realizada pela ANER (Associação Nacional dos Editores de Revistas), em São Paulo: bit.ly/2niii3T

– As transformações digitais no jornalismo devem focar menos nas plataformas e mais nos leitores, argumenta David Skok: bit.ly/2osatIO

– Participe de uma pesquisa internacional sobre tecnologia nas redações globais, promovida pelo Centro Internacional de Jornalistas. O estudo inédito está sendo realizado em 12 línguas: http://bit.ly/2ouAQdo

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