Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Políticos são os principais suspeitos de cometerem 31 ataques contra comunicadores brasileiros em 2016, entre assassinatos e ameaças de morte. O levantamento foi feito no relatório “Violações à Liberdade de Expressão”, com organização da ONG ARTIGO 19: bit.ly/2qJDkFR.

– Inscreva-se no treinamento online “Fact-checking: a ferramenta para combater notícias falsas”, ministrado pela jornalista e diretora da Agência Lupa Cristina Tardáguila. O curso é gratuito e ocorre de 5 de junho a 2 de julho: bit.ly/2qJJuGc.

– Proteção de fontes na era digital é o tema de uma nova publicação da UNESCO. A pesquisa analisa casos como vigilância em massa e proteção de dados para observar as implicações legais que modificaram a colaboração entre jornalistas e fontes anônimas: bit.ly/2pLxvum.

– Baixe o e-book “Global journalism education in the 21st century: challenges and innovations”, publicado pelo Centro Knight (Universidade do Texas). Os artigos discutem estudos de caso em diversos países, como Austrália, Chile, Egito, África do Sul e Índia: bit.ly/2pDGw8A.

– O fenômeno das fake news não é um problema apenas do jornalismo, mas um entrave à democracia e à liberdade de expressão, argumenta Aidan White, diretor da Ethical Journalism Network: bit.ly/2p6zczv.

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