Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– A criação de uma “Editoria de Guerra” pelo jornal Extra estimulou discussões sobre o uso do termo bélico. No The Intercept, Cecília Olliveira critica o discurso do veículo carioca: “não é uma guerra. É o resultado de corrupção, mau planejamento”: bit.ly/2uOGuio. A professora e pesquisadora do objETHOS Sylvia Moretzsohn também destaca que o termo simplifica um debate que deveria ser mais complexo: bit.ly/2wX345L.

– Diante da aproximação crescente entre público e artistas, Pedro Varoni questiona no Observatório da Imprensa qual é a função exercida atualmente pelo jornalismo cultural: bit.ly/2wntCz9.

– The Economist, Public Television, Reuters e BBC estão entre os meios de comunicação com maior índice de confiança entre os americanos. Em compensação, Occupy Democrats e Buzzfeed aparecem entre as fontes menos confiáveis. Leia mais na pesquisa encomendada pelo projeto Trusting News: bit.ly/2v36NMV.

– Jornalistas devem se sentir livres para denominar atos discriminatórios como racistas, homofóbicos ou antissemitas. Quem argumenta é Andrew Seaman, presidente do comitê de ética da Society of Professional Journalists: bit.ly/2x2kTzm.

– Os bastidores da criação do Wikitribune, projeto jornalístico do co-fundador da Wikipedia Jimmy Wales: bit.ly/2v7QbUa.

– Acompanhe no dia 22 de agosto, às 14h, o seminário “Liberdade de expressão e direitos humanos na internet: em busca do equilíbrio”, realizado pela Intervozes, junto do Conselho Nacional de Direitos Humanos. O evento terá transmissão online. Acompanhe: bit.ly/2uJHgd3.

– Precisamos de mais cientistas no jornalismo – não apenas como fontes, mas escrevendo diretamente nos meios de comunicação. A análise é de Felix Simon, no European Journalism Observatory: bit.ly/2uXwLCp.

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