Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Robôs também participam de debates políticos em redes sociais: mais de 20% das interações no Twitter durante a greve geral de abril de 2017 foram provocadas por contas automatizadas. Leia mais no estudo da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV/DAPP): bit.ly/2xyqWfl.

– No Columbia Journalism Review, Christiana Mbakwe questiona por que jornais norte-americanos não cobrem discursos de supremacistas brancos com a mesma atenção que destinam para as ações do Estado Islâmico: bit.ly/2v8scFq.

– Estão disponíveis os artigos apresentados no Seminário de Pesquisa em Jornalismo Investigativo do 12º Congresso da Abraji: bit.ly/2vv4CCb.

– Jornalistas e editores de veículos como The New York Times, Washington Post e ProPublica revelam os melhores conselhos que receberam de colegas mais experientes no início de suas carreiras: bit.ly/2wIWtMa.

– O jornalismo consegue explicar eventos complexos? Charlie Beckett direciona o debate sobre fake news para uma outra questão: a superabundância de informações e o declínio da credibilidade nos media. Leia mais: bit.ly/2vcCI2k.

– Melody Kramer elogia a cobertura criativa e diversificada sobre o eclipse total do Sol, na última segunda-feira. Mas questiona: por que esse esforço das redações não é diário? Confira: bit.ly/2wui1Pe.

– “A era da pós-verdade: realidade versus percepção” é o tema da 27ª edição da revista UNO, com textos de jornalistas, cientistas políticos e filósofos mexicanos e espanhois. Leia na íntegra: bit.ladary/2gbFKx0.

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