Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Lançada na última quinta-feira, a plataforma Atlas pretende mapear iniciativas brasileiras de jornalismo local. Em sua primeira etapa, o projeto recebe sugestões de veículos do gênero para compor um banco de dados: bit.ly/2epIfb1.

– Valores éticos, notícias falsas, financiamento e jornalismo investigativo são temas da última edição da revista Courier, lançada pela UNESCO. Acesse a versão em português: bit.ly/2eKWfg6.

– Uma startup francesa detectou mais de 600 marcas de mídia cujas propagandas financiam sites de notícias falsas: bit.ly/2vlk03U.

– O atentado em Barcelona no dia 17 de agosto reacendeu a discussão sobre o dilema de publicar imagens violentas em jornais. Opiniões de diversos jornalistas a respeito do que fazer nessa situação foram compiladas pelo site Clases de Periodismo: bit.ly/2w9plit.

– Roy Clark relembra os diferentes desafios na ética jornalística que o Instituto Poynter enfrentou desde a sua criação: bit.ly/2epCIBd.

– O pesquisador de tecnologia Tarleton Gillespie argumenta que “plataforma” é uma metáfora incorreta para nomear mídias sociais, por ocultar sua estrutura e responsabilidade perante o público: bit.ly/2wMc8gJ.

– Uma lista de newsletters sobre jornalismo foi compilada pela Lenfest Institute, com 70 nomes até o momento: bit.ly/2glNkBF.

– No Centro Knight, um curso sobre criação de histórias a partir de dados: bit.ly/2x9KMk7.

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