Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Homens são presença quase majoritária como fontes jornalísticas. As iniciativas Entreviste uma mulher e Entreviste um negro, da Think Olga e da jornalista Helaine Martins, buscam diversificar esse quadro: bit.ly/2gRqLc6.

– Completando seu primeiro ano de vida, a iniciativa de jornalismo independente Gênero e Número publica um texto em que discute por que sua bandeira está no campo da mídia, e não do ativismo: bit.ly/2eLjAxR.

– Confira uma entrevista com a professora Kathleen Culver, do Centro de Ética Jornalística da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), sobre os dilemas morais na cobertura do furacão Harvey, que atingiu atingiu a região de Houston, no Texas, ao final de agosto: bit.ly/2xinyJM. O Columbia Journalism Review também discute o assunto e questiona em quais momentos da apuração é pertinente que o repórter se envolva mais intensamente com a história que cobre: bit.ly/2xRWhL8.

– Após publicar matéria sobre um fotógrafo brasileiro da ONU, BBC Brasil continua investigando o caso e descobre se tratar de uma história falsa: bbc.in/2wNxzxV.

– Evitar especulações que não podem ser verificadas, não utilizar estereótipos na linguagem e respeitar a privacidade das fontes são algumas das dicas da pesquisadora Emma Wilson para jornalistas que cobrem saúde mental: bit.ly/2vS8wKe.

– A chave para o futuro do jornalismo está no digital, mas condicionada por ideais éticos que dão consistência e valor à tecnologia, afirma Javier Darío Restrepo, diretor do Consultório Ético da FNPI. Recentemente, o professor proferiu uma palestra sobre financinamento de iniciativas jornalísticas, crise dos veículos e ética. Assista: bit.ly/2gOC6pC.

– 5 dicas para refletir sobre questões éticas ao praticar jornalismo de dados: bit.ly/2wUbZIl.

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