Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Confira o Data Journalism In 2017, um recente estudo lançado pelo Google News Lab sobre jornalismo de dados. O relatório inclui análises a partir de 56 entrevistas com profissionais que trabalham em redações do Reino Unido, França, Estados Unidos e Alemanha: bit.ly/2hamnoL.

– Se o racismo é uma questão que envolve poder, a posição privilegiada de jornalistas na narração dessas histórias também deve ser discutida. A afirmação é de Brendan Fitzgerald, no Columbia Journalism Review: bit.ly/2xTGK0z.

– Discussões sobre os riscos e dilemas éticos que envolvem o uso de drones precisam chegar aos cursos de jornalismo, defende a professora Kathleen Culver: bit.ly/2hlNPwh.

– Uma pesquisa sobre o consumo de mídia em países árabes aponta que dois terços dos respondentes utilizam mídias sociais para buscar notícias. Outros dados inferem que há, no geral, uma alta confiança nos meios de comunicação tradicionais, independente de idade ou nível escolar: bit.ly/2fjkwxs.

– Como conciliar o papel das emoções no jornalismo com valores morais clássicos da profissão, como a objetividade? O professor Charlie Beckett sustenta que o reforço da empatia e dos afetos com o outro é um modo de aproximar veículos e leitores: bit.ly/2fhnZfM.

– Margaret Sullivan questiona por que há um número alto de mulheres nos cursos de graduação de jornalismo, mas poucas que trabalham em redações: bit.ly/2f53vmR.

– Assista aos vídeos do VIII Seminário sobre Privacidade e Proteção de Dados Pessoais, promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil. O evento aconteceu nesta semana, em São Paulo. e debateu temas como governança de algoritmos, regulação e fiscalização de leis para dados pessoais: bit.ly/2yg368t.

– Conheça o Radar Legislativo, plataforma da organização Coding Rights para monitorar projetos de lei que ameaçam direitos humanos no meio digital: bit.ly/2jP15xW.

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