Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Disponível em versão digital o relatório “Calar Jamais! – Um ano de denúncias contra violações à liberdade de expressão”, produzido pelo Fórum Nacional pela Democratização (FNDC). O estudo documenta 70 casos de cerceamentos a jornalistas, meios de comunicação, manifestações artísticas e protestos, entre outros exemplos: bit.ly/2gpFeIO.

– Pesquisadores analisaram 225 iniciativas jornalísticas que concorreram ao Data Journalism Awards para identificar tendências no jornalismo de dados. A conclusão dos autores sugere que este gênero não substitui, mas complementa a grande reportagem: bit.ly/2xaJUc6.

– Dilemas éticos que envolvem a presença de vídeos filmados por não-jornalistas em conteúdos jornalísticos são discutidos pela ONG Witness: bit.ly/2gV5hbk.

– Comunicadores e ativistas reuniram-se no 1º Encontro Nacional de Comunicação das Periferias, no Rio de Janeiro. Os participantes pretendem articular uma rede de apoio para organizações que utilizam a comunicação na defesa dos direitos humanos: bit.ly/2ilLtSe.

– Acesse um guia voltado a jornalistas para otimizar buscas no Google: bit.ly/2l24lXh.

– Há excesso de publicidade nos recursos interativos de aplicativos para crianças, segundo um recente estudo do Internet Lab. No Brasil, a publicidade dirigida a menores de 12 anos é proibida pela Constituição Federal: bit.ly/2xao4FV.

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