Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Pesquisadores organizaram grupos focais a fim de avaliar o que cidadãos consideram como fake news. Um dos resultados infere que, para as audiências, não há uma distinção clara entre conteúdos jornalísticos e notícias falsas, mas uma diferença de níveis: as fake news seriam um “espectro” do jornalismo. Leia mais: bit.ly/2zNfuPd.

– Abraji inicia uma série de reportagens sobre assassinatos de jornalistas: bit.ly/2gA6nss.

– Jornalistas portugueses votam até amanhã para decidir se alteram parte do conteúdo de seu Código Deontológico. Uma das modificações acrescenta e destaca a cláusula de consciência, semelhante ao código brasileiro: bit.ly/2z8APFy.

– Entrevistas em vídeo com jornalistas latino-americanos sobre ética, notícias falsas, violência e dilemas morais estão disponíveis no site Ética Periodística En El Siglo XXI, lançado esta semana. Acesse: bit.ly/2yMz7ZR.

– A pesquisadora Sue Robinson discute o conceito de “objetividade ativa”, que atenta para as relações de poder entre jornalistas e fontes: bit.ly/2yNv4wp.

– Um glossário para identificar discursos de ódio na mídia egípcia foi lançado pela Ethical Journalism Network: bit.ly/2iACqwL.

– Inscreva-se em um curso gratuito de programação em Python para jornalistas: bit.ly/2yOv4cW.

– Dois e-books para download: baixe Social Media In Emergent Brazil, de Juliano Spyer (http://bit.ly/2y6EMdV) e Negotiating Journalism: Core Values and Cultural Diversities, editado por Elsebeth Frey, Mofizur Rhaman e Hamida El Bour (http://bit.ly/2gGESgS).

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