Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Jornalistas brasileiros discutem os desafios na cobertura jornalística da Venezuela, em evento realizado pela Agência Pública: bit.ly/2ypnF7d.

– O fenômeno das fake news teve maior impacto negativo na credibilidade das mídias sociais do que nos veículos tradicionais, segundo o estudo Trust in News, do grupo Kantar. Foram pesquisados os hábitos de consumo de audiências do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e França: bit.ly/2xTfko0.

– Acesse um guia sobre privacidade na internet para jornalistas, material em espanhol produzido pelo coletivo de comunicadores e ativistas latino-americanos Nodo Común: bit.ly/2A0LeQ2.

– Um estudo comparado entre sete países analisa a eficácia dos mecanismos de proteção a jornalistas. Nas Filipinas, por exemplo, ativistas da liberdade de imprensa atuam em conjunto com a igreja católica para acolher profissionais em perigo: bit.ly/2gOS6Zl.

– O projeto Forbidden Stories dá visibilidade às histórias que repórteres não conseguiram finalizar, seja por terem sido ameaçados, presos ou mesmo assassinados. Os primeiros materiais da plataforma reúnem investigações de jornalistas mexicanos: bit.ly/2Aerucv.

– Novo relatório da ONG Artigo 19 analisa termos de uso de provedores de internet a partir de critérios como proteção dos dados pessoais, vigilância e inteligibilidade. A maior parte dos documentos, no entanto, possui trechos ambíguos ou desatualizados, além de não estarem facilmente acessíveis nos sites das empresas: bit.ly/2iq16nP.

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