Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Uma a cada duas jornalistas sofre violência de gênero no trabalho, o que inclui abuso verbal e psicológico, assédio sexual e exploração econômica. Os dados foram divulgados pela Federação Internacional de Jornalistas (FIJ), a partir de enquetes com cerca de 400 mulheres jornalistas de 50 países: http://bit.ly/2zTYLNJ

– Dois livros para download. Baixe “La concentración infocomunicacional en América Latina (2000-2015): nuevos medios y tecnologías, menos actores”, organizado por Martín Becerra y Guillermo Mastrini, com capítulos sobre concentração das mídias em países como Brasil, Colômbia, Argentina, Chile e México: bit.ly/2AKb3YU. Você também pode fazer o download gratuito de “Literacia, media e cidadania”, organizado por Sara Pereira e Manuel Pinto, livro que reúne trabalhos apresentados na 4ª edição do congresso homônimo realizado em Portugal: bit.ly/2zEhjNI

– Um pequeno site cubano possui um dos códigos deontológicos mais completos dentre as iniciativas jornalísticas que nascem no meio digital. Conheça as normativas do portal Periodismo de Barrio, incluindo 86 princípios que discutem noções de boas práticas, relacionamento com fontes, financiamento e interação com leitores: bit.ly/2kdpDBp

– No Observatório da Imprensa, uma discussão sobre os impactos dos algoritmos de Google e Facebook na prática do jornalismo cultural: bit.ly/2ALGUsm

– Iniciativas hiperlocais de comunicação comunitária extrapolam suas bolhas e atuam em redes, segundo uma pesquisa do Centro de Estudos em Segurança e Cidadania (CESeC): bit.ly/2AmFnpt

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