Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Pesquisadores ingleses e holandeses criaram um game online para alertar sobre o perigo das fake news. No jogo, usuários controlam um divulgador de mentiras e refletem moralmente sobre seus atos: bit.ly/2ETuIrb

– Divulgar autópsias significa invadir a privacidade alheia? Um juiz de Nevada, nos Estados Unidos, considerou que a prática é ilegal, e solicitou que jornais destruíssem as cópias de 58 exames de vítimas de um tiroteio em massa. No iMediaEthics, Sydney Smith discute as implicações éticas do caso: bit.ly/2Cdo1PL

– Twitter atualizou suas regras de conduta para reforçar a intolerância contra grupos que disseminam discursos de ódio. A ideia é facilitar a denúncia para casos em que usuários encorajam suicídios ou praticam bullying online: bit.ly/2EXYtXN

– A pesquisadora Lindsay Palmer discute quais são as contribuições das abordagens feministas e interseccionais na cobertura jornalística dos direitos humanos: bit.ly/2HE3dQY

– Um tribunal espanhol condenou o jornal La Opinión de Zamora por utilizar foto obtida no Facebook para ilustrar uma matéria. O argumento para a sanção diz que a publicação por parte do veículo, sem a permissão do dono da fotografia, constitui uma violação ao seu direito de imagem: bit.ly/2BL2Q6o

– Inscreva-se no curso online gratuito “Cobertura eleitoral na era digital: como analisar pesquisas e checar campanhas”, ministrado em espanhol pela jornalista de dados Sandra Crucianelli: bit.ly/2EPAMO9

– O Mirante, jornal independente de Joinville (SC), iniciou sua campanha de financiamento: bit.ly/2EZyNKk

– Baixe e-books gratuitos sobre jornalismo e comunicação. Escutas sobre o jornalismo (CCTA): bit.ly/2BKPjMc. Media effects: ensaios sobre teorias da comunicação e do jornalismo (UFRR): bit.ly/2sJHcgg. Comunicação, diversidade e tolerância: XV Congresso IBERCOM 2017 (ECA-USP): bit.ly/2omAh7R.

Anúncios