Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Pesquisa internacional revela as estratégias adotadas por 54 redações de nove países para se reconectarem com suas audiências: bit.ly/2NKwrR5.

– Omissão de dados e burocratização do acesso à informação são algumas das estratégias que permeiam a lógica privada das comunicações públicas, na reportagem assinada por Fausto Salvadori: bit.ly/2u4eOCU.

– O fim do anonimato e a vigilância massiva nas redes digitais redirecionaram o lucro em publicidade do jornalismo para grandes companhias tecnológicas, como Facebook e Google. Leia mais na entrevista do professor Robert McChesney, que discute a privatização da internet e a falência dos modelos de negócio tradicionais nas empresas jornalísticas: bit.ly/2N6LNyj.

– Youtube compromete-se a criar um painel informativo para advertir usuários de possíveis vídeos que contenham rumores ou mentiras: bit.ly/2L3eAWX.

– Na revista Piauí, uma reportagem discute como jornalistas brasileiros lidam com ataques cibernéticos de trolls e haters: bit.ly/2L9N32Q.

– PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro) é acusado de financiar três das maiores páginas brasileiras de fake news: bit.ly/2JipaVe.

– Jornalistas que cobrem conflitos na disputa pela Ilha de Chipre lançaram um glossário para qualificar a cobertura de fenômenos complexos envolvendo guerras: bit.ly/2mea8a1.

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