Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Leitores tendem a acreditar menos em teorias da conspiração à medida que conhecem melhor o funcionamento da indústria da mídia e das rotinas de trabalho dos jornalistas. A afirmação é parte de um estudo publicado recentemente por pesquisadores da Universidade de Illinois: bit.ly/2BGqWxg

– Um aumento de mais de 60% nos passaralhos em redações totalizou 380 demissões de jornalistas brasileiros em 2017, conforme a contagem do Volt Data Lab. Jornais ainda são o segmento responsável pelo maior número de desligamentos. Leia mais dados da pesquisa: bit.ly/2BMQ99o

– Três jornalistas negros discutem o racismo estrutural que atravessa as redações brasileiras, em um debate promovido pela Agência Pública: bit.ly/2BVjCAm

– Decai pelo segundo ano consecutivo o número de jornalistas mortos em serviço, segundo o levantamento da Committee to Protect Journalists (CPJ). Ao menos 42 profissionais morreram em 2017 enquanto cobriam conflitos militares, sendo Iraque e Síria os lugares mais letais para repórteres: bit.ly/2BfuS77

– O pesquisador Gianfranco Polizzi indica dez livros sobre educação e leitura crítica das mídias digitais: bit.ly/2p7xmCN

– Assista a um seminário que discute questões éticas na produção de infografias, ministrado pelo jornalista espanhol Jaime Serra, um dos nomes mais conhecidos da área: /bit.ly/2pb39D1

– Três grandes grupos empresariais formam um oligopólio de mídia no Uruguai, apesar da nova lei de comunicação aprovada desde 2014. Leia mais sobre o estudo “En pocas manos: mapa de la concentración de los meios de comunicación en Uruguay”: bit.ly/2kUVaEM

– O Instituto Prensa Y Sociedad, da Venezuela, lançou um guia de recomendações para que jornalistas exercam seu trabalho com plena segurança física, digital e jurídica no país: bit.ly/2mJndLA

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