Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

  • Milhões de contas do Yahoo Mail foram pesquisadas por serviços secretos nos Estados Unidos. Duas fontes denunciaram para a agência Reuters que a ação foi cumprida por ordem “da Agência Nacional de Segurança ou da polícia federal norte-americana”. O repórter Sam Biddle lembra que a violação contraria os relatórios de transparência do Yahoo, que já admitiu ter grampeado e-mails, por ordem do governo, em vinte mil contas de usuários: bit.ly/2dskYG7.
  • No último sábado (01), dois jornalistas do veículo Voz da Comunidade (RJ) foram detidos enquanto cobriam uma remoção no Complexo do Alemão. Os profissionais, identificados como repórteres, filmavam a ação violenta da Polícia Militar contra os moradores da favela, quando policiais desligaram seus aparelhos celulares. Para Raull Santiago, editor-chefe do Voz, há uma perseguição por parte da PM contra comunicadores independentes que atuam na defesa dos direitos humanos: bit.ly/2dFyo3o.
  • Do fato ao furo: o pesquisador Paul Bradshaw sistematiza um modelo de seis atividades que perpassam a apuração jornalística – exploração, retransmissão, reação, cobertura, busca e investigação. O texto foi traduzido para o português pela pesquisadora do objETHOS Lívia Vieira: bit.ly/2diOwmF.
  • Bruno Bioni, mestre em Direito, e Diego Canabarro, doutor em Ciência Política, trazem um panorama sobre a regulação da Internet no Brasil, analisando os avanços do Marco Civil e os desafios que ainda estão por vir: bit.ly/2cVMM6I.
  • O Comitê para a Proteção dos Jornalistas lançou um novo relatório sobre a mídia cubana. Disponível em inglês e espanhol, “Connecting Cuba” avalia reportagens investigativas feitas na imprensa local, analisa os desafios do país na luta pela liberdade de imprensa e detalha como os jornalistas cubanos acessam a internet para pesquisar e distribuir informações. Leia mais: bit.ly/2dWFn8f.
  • Quando uma fonte impõe restrições ao jornalismo, a informação fica comprometida. Foi o que aconteceu recentemente com o Food and Drug Administration (FDA), órgão do governo americano responsável pelo controle de alimentos. Ao anunciar um furo de notícia para jornalistas selecionados, o grupo pede em troca o abandono da independência editorial: é a FDA que dita quem pode ser entrevistado ou não. A reportagem de Scientific American chama o acordo de embargo – uma forma de controlar o comportamento da imprensa que cobre ciência: bit.ly/2dQcAlY.
  • A jornalista Natália Viana, da Agência Pública, recebeu o prêmio Gabriel García Márquez de Jornalismo, na Colòmbia, pela reportagem “São Gabriel e seus Demônios”. A matéria investiga o alto índice de suicídios na população indígena do Amazonas. Leia: bit.ly/1FlRVLw.
  • Por que compartilhamos desinformação e rumores nas redes sociais? Josh Stearns busca explicações na psicologia para entender mais sobre o assunto, em matéria para o First Draft News: bit.ly/2cMcl5p.
  • Como parte de uma série de reportagens sobre mídia pública na América Latina, o Knight Center conversou com especialistas para falar sobre a sustentabilidade dos meios de comunicação na era digital. Acompanhe a opinião de pesquisadores argentinos, brasileiros, peruanos e chilenos: bit.ly/2d7hs3n.