Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– Recentes ataques à Síria pelos Estados Unidos reacenderam um debate clássico no jornalismo: em situações de conflito, há um limite para o que deve ser mostrado? O público tem o direito de assistir a vídeos ou ver fotos de execuções e mortes de crianças? A rede Ethical Journalism Network compilou algumas discussões entre especialistas sobre o assunto: bit.ly/2nGtQ15.

– O site JOTA lançou nesta semana um banco com dados públicos da operação Lava Jato. É possível realizar buscas por palavras-chave e acessar documentos sobre os mais de 900 processos envolvidos: bit.ly/2oq8QZS.

– Leia uma entrevista com o repórter argentino Pablo Piovano, um dos finalistas do Prêmio Gabo 2016 pelo documentário “El costo humano de los agrotóxicos”. Piovano fala sobre os cuidados éticos do seu trabalho, como a relação com fontes e os limites do que retratar no fotojornalismo: bit.ly/2op2ppT.

– Como jornalistas devem lidar com memes? Apurar o contexto e entender suas origens é o primeiro passo, explica An Xiao Mina, painelista do Festival Internacional de Jornalismo que aconteceu semana passada, na Itália: bit.ly/2o7Biie.

– No mesmo evento, debateu-se também as diferentes formas de contar uma história sobre migração. Reportagens longform e narrativas focadas em dados foram citadas como exemplos. A mesa ainda discutiu aspectos éticos nesse tipo de cobertura, como os cuidados no tipo de linguagem utilizada: bit.ly/2ou6YRj.

– Disponível para download o e-book “O Direito Achado na Rua – v. 8: Introdução Crítica ao Direito à Comunicação e à Informação” (FAC Livros). A obra é organizada pelo Laboratório de Políticas de Comunicação (LaPCom/UnB) e aborda aspectos da comunicação como direito humano no contexto da democracia: bit.ly/2ou5YwA.

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