Paradas obrigatórias para quem pensa e se interessa por ética e jornalismo:

– O alinhamento da mídia à Reforma da Previdência: levantamento da ONG Repórter Brasil conclui que a cobertura jornalística sobre a proposta não trouxe opiniões divergentes: bit.ly/2pdiHVj.

– Brasil sobe uma posição e está em 103º lugar no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa 2017, organizado pela ONG Repórteres Sem Fronteiras, em um total de 180 países. Violência física e simbólica, abuso de ações judiciais contra jornalistas e concentração dos meios de comunicação são alguns dos fatores que explicam a baixa posição. Confira os resultados: bit.ly/2prr8fE.

– Jimmy Wales, criador da Wikipedia, lançou uma nova plataforma para combater desinformações. O Wikitribune já conta com uma campanha de crowdfunding para financiar o trabalho de jornalistas que atuarão no site: bit.ly/2q04nQz.

– E-books para download: baixe “Comunicação digital e jornalismo de inserção”, de Márcio Carneiro dos Santos: bit.ly/2oOeZh7; “Televisão e novos meios”, organizado por Paulo Serra e Sónia Sá: bit.ly/2p8UIWT; “El periodismo por los periodistas: perfiles profesionales en las democracias de América Latina”, editado por Adriana Amado: bit.ly/2pnjJfq.

– Realidade virtual em redações é o tema do novo relatório do Instituto Reuters. O estudo examina as possibilidades de implementação massiva dessa tecnologia e os experimentos já realizados em produções jornalísticas: bit.ly/2prpjzu.

– “Plataformas como Facebook e Google dão-nos a ilusão de uma praça, quando na verdade estão muito mais para um shopping”. Confira uma entrevista com o pesquisador Miguel Said Vieira (Universidade Federal do ABC), sobre as apropriações de bens comuns, como softwares livres e redes de comunicação: bit.ly/2oRdT4V.

– O Dia Mundial da Propriedade Intelectual foi comemorado na última quarta-feira (26). Grupos civis de diversos países como Brasil, Venezuela, Equador e Panamá assinaram um manifesto preocupados com direitos autorais e restrições à liberdade de expressão na América: bit.ly/2oO1r5e.

– Na Tailândia, um pai transmitiu o assassinato de sua filha de 11 anos através do serviço Facebook Live. Samuel Gibbs escreve para o The Guardian relembrando outros casos de crimes filmados ao vivo na plataforma: bit.ly/2oRdOht.

Advertisements